Queria uma crônica de verão, com sol no rosto e vento nos cabelos, corpos dourados, paixões efêmeras e fulminantes.
Mas, fico com o vento nas folhas das goiabeira, os cachorros latindo para a rabiola da pipa a sobrevoar meu quintal, o sol esquentando os ossos dos meus pais, três computadores ligados e uma cerveja gelada esperando a contagem regressiva.
Minha minicrônica de um domingo de sol deve terminar assim, com o cheirinho de banana flambada de sobremesa e um cochilo depois do almoço.
E, assim como Alberto Caeiro, "levarei amanhã a pensar em depois de amanhã, e assim será possível; mas hoje não..., não, hoje nada; hoje não posso".
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1 comentários:
Aiiiiiiiiiii que preguiça!
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