Domingo, Outubro 16, 2011

Sobre malucos, psicopatas e internet

Já conheci muita gente boa e muito maluco na rua - psicopata não anda com placa de identificação. Já fiz amigos por causa do blog. Tenho exatamente a  mesma preocupação com as relações que meu filho estabelecerá na escola, no curso de inglês ou pelo Facebook, por exemplo. Monitoro, com o mesmo grau de intensidade, as amizades e interesses reais e virtuais. No tempo em que esse "mundo ampliado" não existia, desgraças também aconteciam. 
Ficou claro, portanto, que não compartilho desse medo coletivo de pais, avós, tios, professores, jornais, revistas e televisão. Confio nas conversas que temos com o Menino sobre os perigos dessa vida, seguro na mão de Deus e vou.
Daí que agora estava comentando que um criador de bulldog quer ficar meu amigo no FB, mas eu não o conheço e, como meu perfil é muito pessoal, reservado mesmo aos amigos, prefiro não adicioná-lo. Meu canil tem uma fan page e lá é o espaço para trocas com outros criadores. 
Papai, que aguarda ansioso o jogo do Fluminense, começou um discurso sobre não falar com estranhos, que não devo mesmo aceitar essa amizade. Isso para a filha de quase 40 anos, completamente on line há tantos anos que nem vale a pena contabilizar essa informação. Os quase 40 anos já dão alguma pista. Não adiantou falar que maluco a gente conhece no trabalho, na escola, em qualquer lugar. "A gente vê tanta coisa que acontece nessas amizades na internet." Dá para argumentar? Melhor dizer que é isso aí e ponto.
E torcer para o Palmeiras dar um sacode no Fluminense.

2 comentários:

Anônimo disse...

Comecei a te acompanhar por aqui. Bjo. Charleston

Prosopopéias Cintilantes disse...

Tita, tivemos exatamente esta conversa quando estive em Brasília, lembra? E pensar que nós duas nos conhecemos pela facilidade que a internet traz.
Compartilho da sua opinião e graças a isso, hoje estamos uma na vida da outra de forma virtual e real.
Um beijo
Stela